sábado, 26 de março de 2011

Flores pra casa!

Pra mim uma casa sem flores (mas aquelas de verdade, não as de plástico) é como macarrão sem queijo, cinema sem pipoca, circo sem palhaço, enfim... não tem graça.

Então logo que mudamos pra casa nova já providenciamos algumas plantinhas e plantonas, como “o Léo”.... que na verdade chama Flor-Leopardo (Belamcanda chinensis). Ela dá em touceiras, então colocamos num vaso alto com suporte de rodinhas pra facilitar a limpeza da varanda. As flores são pequenas, nascem todos os dias pela manhã e se fecham à noite, ela nunca ficou sem dar flor desde que chegou e isso já tem quase 5 meses. Todo dia ela ganha bicada de um beija-flor malandrinho, e como ela fica do lado da porta da sala de tv sempre assistimos de camarote...



Aqui a Flor-Leopardo, toma sol a manhã toda, muito vento e eu a rego um dia e deixo dois sem regar e sempre a noite, quando chego em casa... não dá trabalho nenhum e está sempre linda! Compramos a planta, o vaso, terra e o suporte com rodinhas no viveiro Udi Garden (Avenida Rondon Pacheco aqui em Uberlândia).

Essa é a Begônia, ela não gosta muito de sol tadinha, fica caidinha e gosta de umidade, então não deixo de regar. Quando as flores começarem a secar tire com as mãos assim como as folhinhas que morrerem, pra ela parecer sempre nova, viva. Comprei num supermercado há um mês e meio e ela continua linda.

Bom, essas aí também só tomam o sol da manhã e não dão trabalho nenhum, é só regar dia sim dia não e mais nada, tirando o mini-cactus que não precisa quase de água. Todas elas eu fui comprando conforme ia no supermercado, depois foi só passar na Praça Cícero Macedo e comprar os vasinhos de cerâmica numa loja especializada. Aí tem, Kalanchoe, Violeta, Cravo, Mini-Cactus e Mini-Suculentas. E elas estão numa sapateira made in China que comprei no Etna.

E por fim, as Astromélias. Uma vez ganhei um buquê delas de aniversário do meu namorido e me apaixonei. Na hora já as imaginei nesse vaso bolinha de cristal que compramos numa viagem pra Buenos Aires, e assim que o trouxemos pra casa nova providenciei as flores. Quando comprei, elas vieram num maço de 10 hastes com o caule bem comprido, tive que cortar e arrancar algumas folhas pra caber no vasinho. Tente selecionar as que estiverem mais fechadas, porque as que estiverem abertas e lindas vão durar menos. E fiquei pasma, porque flor normalmente dura pouco assim na água... essas duraram mais de 20 dias e depois as pétalas começaram a cair, mas as folhas continuam verdinhas, agora já tem um mês e virou um buquêzinho verde, é só ir trocando a água. Muita gente chega aqui em casa e coloca a mão, achando que são de mentira.

Flores pra vocês! Tchau!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Agora sim...

Tenho a impressão de que nunca vou conseguir terminar a decoração da casa, todo dia queremos alguma coisa nova que achamos bacana, ou lembramos de outra que ainda não temos! Mas no geral está pronto, estamos morando e recebendo os amigos. E como eu prometi no último post meu, vou mostrar algumas idéias que ficaram prontas.

Lembram que eu mostrei combinações de tecidos com listras e flores que eram para o quarto? Na verdade escolhi uma outra listra (de tom neutro) para a cabeceira, que eu mesma fiz. Encomendei na loja Moldura Minuto do shopping aqui da cidade (mas se aí não tiver você pode encomendar em qualquer loja que faça molduras de quadros) uma com madeira rústica com borda de 4 cm de largura na medida de 2m x 0,90m. Ou seja, ela chegou na minha casa “oca”, uma moldura sem quadro dentro, aí foi só pegar o tecido que eu tinha comprado e grampear do lado de dentro, como os tapeceiros fazem, tomando cuidado para as listras não ficarem tortas. Essas medidas têm que ser bem calculadas de acordo com o tamanho da sua cama e também com a altura das tomadas que você deve ter para os abajures.

O tecido floral seria para as capas de travesseiros. Mas acabei achando uma colcha estampada pronta que já veio com as capas, então a combinação escolhida foi essa de cima: listras neutras, colcha colorida, e almofadinha azul. De criados usei um redondo de um lado e de outro um retangular antigo, entalhado em madeira, estava velhinho e sem puxadores, então mandamos reformar, e economizamos, afinal um novo sairia por muito mais.
Esse outro xadrez é o puff (baratinho no Etna) com a capa feita do tecido que mostrei no outro post. Super prático, porque no dia a dia usamos a capa e quando recebemos muita gente, tiramos e usamos ele na versão “couro” sintético café, que é o que há por baixo da capa, então podemos apoiar copos molhados, petiscos, é super fácil de limpar. E entre dois puffs iguais a este, está aquele móvel que contei que compramos pela internet.

E os ladrilhos hidráulicos que todo mundo ficou curioso, me perguntando, ficaram prontos, adorei! Mas futuramente quero mudar as molduras e o sistema de prender na parede. São muito pesados, afinal são de cimento, então tivemos que fazer um sistema reforçado por trás e fixar na parede com duas buchas número 10 em cada.

E as almofadas deram certo também, apesar do namorido não gostar da vermelha, diz que é quente, e realmente é... porque foi feita de lã. Mas é a mais gostosa e macia, ótima pra tirar um cochilo. E ao lado do sofá está um móvel antigo de família que estamos usando como bar na parte de baixo.

E na varanda, aproveitei uma sapateira de madeira meeeega barata do Etna e coloquei flores. Tá bom que a qualidade não é das melhores, mas o preço era tão baixo que levei assim mesmo, e já está há um mês tomando sol e chuva e ainda está inteira.

Se tiverem dúvidas de como fazer alguma coisa podem me perguntar ta?!

Até a próxima!

Por Ana Paula Bertarelli

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Preparativos para casa nova!

Acho que o principio de tudo é ter paciência mesmo. E depois um pouquinho de planejamento, pra ter pelo menos uma reservinha de $...

Depois disso vale conversar muito com o namorido para entrarem num consenso de gosto. Um dia desses até peguei umas revistas da minha coleção de Casa Cláudia e Vogue pra ele dar uma olhada e dizer o que não gostava e o que gostava muito, vale como dica. Porque pra quem não trabalha na área fica mesmo difícil explicar o que gosta e com ele me mostrando as imagens das revistas ficou bem mais fácil. Por sorte temos gostos parecidos! Mas tenha paciência... em algum momento ele pode gostar de algo que você odeia e vice-versa, então perguntar o porquê do outro gostar “daquilo” te ajuda a resolver o problema. E saia às ruas sem pressa e vá garimpar!

Outra coisa que facilitou muito nossas escolhas foram as fotos que fui tirando em cada loja que visitava e achava que poderia aproveitar alguma peça, até nas lojas de tecidos fiz composições e fotografei. Assim chegava em casa e mostrava. Alguns maridos não se importam com a decoração (o lado bom disso é que você decide tudo sozinha e mais rápido), mas o meu é do tipo que gosta de participar dessas escolhas e eu gosto que ele participe, assim a casa não fica só com a minha cara, mas com a nossa cara.

Também achei uma revista com o nome de Decorar Mais Por Menos, e dela tirei algumas idéias. Uma delas é uma cabeceira de cama, super fácil de fazer (ou pelo menos parece, depois que eu fizer conto se é de fato) e outra coisa foi um móvel para tv super simples, linhas retas, moderno, prático e mega barato que pode ser comprado pela internet no site das Lojas Americanas, nem dá pra acreditar. E a revista é super baratinha, mas filtre, algumas dicas são meio estranhas...

O fato é que estamos tentando fazer o máximo de coisas com o mínimo de $ que pudermos. Então vale misturar às pechinchas peças menores e mais caras que vão ser "a cereja do bolo".

Isso tudo se você tem tempo, senão contrate uma consultora em decoração para te ajudar nessas escolhas. É mais rápido e prático.

O apartamento ainda não está pronto, mas para adiantar vou mostrar as fotos apenas dos preparativos. Nem tudo nós vamos comprar, algumas peças já compramos e outras ainda estamos escolhendo. Mas quando ficar prontinho eu mostro o resultado!

Estes tecidos, da loja Cinerama de São Paulo no bairro de Moema, são opções para o quarto. Lá vendem também guardanapos de tecido, lençois, colchas, capas de almofadas, toalhas... mas tem que garimpar. O guardanapo de linho abaixo com esse trabalhinho lindo de ponto ajour e a argola de madeira revestida com madrepérola também são de lá.

Sim! Nós amamos móveis rústicos! Esses são da loja Depósito Rústico de Uberlândia - MG. Temos apenas que tomar o cuidado de mesclar com peças que sejam mais modernas que não tenham essa rusticidade toda, senão nossa casa vai ficar com cara de varanda. A loja é linda, fui muito bem atendida, deu vontade de comprar tudo.

Esse branquinho é o móvel de tv das Lojas Americanas que eu citei. Ele vem numa caixa, desmontado, como acontece muito na Europa, segundo a Mirelle que mora lá na França. E foi fácil de montar, em 20 minutos lá estava ele na nossa sala. No site existem outras cores.Como vamos precisar de quadros para as paredes da sala, tive a idéia de fazer algo fora do convencional, então resolvi emoldurar os antigos ladrilhos hidráulicos, que têm a cara da nossa casa. Já que não posso colocá-los no piso, irão para a parede. Mas ainda não ficaram prontos também... essas fotos são do dia que fui escolher a padronagem de formas e cores. A loja fica em São Paulo, no bairro de Pinheiros... é a Vianarte.

E por último estão as fotos dos tecidos para a sala. A mesma padronagem de cores estará nos pufes e em algumas almofadas, mas com estampas diferentes, intercaladas com almofadas lisas de seda marrom (que estavam com um precinho bem bacana!) e vermelhas de tricô que ainda serão confeccionadas. Tudo isso (menos as de tricô) é da rede de lojas Casas Fortaleza em São Paulo, na Vila Nova Conceição. Por hora é isso! Não vejo a hora de ficar tudo pronto!



Por Ana Paula Bertarelli

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ócio Criativo

No momento estou exercendo o meu. Acho que tinha me esquecido de como posso ser criativa e produtiva em qualquer coisa que decida fazer. Todos nós podemos.

Domenico De Masi tinha toda razão quando disse que se unirmos trabalho + estudo + jogo (no sentido de brincadeira, convivência...) deixamos de ser mecânicos e quadrados... E quem gosta de ser mecânico e quadrado heim? Eu que não!

Segundo ele, esse “quadradismo” gera uma profunda insatisfação, vinda do modelo Ocidental muito focado na idolatria do trabalho, do mercado e da competitividade. E como alternativa ele propõe um modelo centrado em outras premissas, como a “valorização das necessidades reais das pessoas, educando os indivíduos e as sociedades para a importância das necessidades básicas, como a introspecção, o convívio, a amizade, o amor e as atividades lúdicas. Com isto ficariam em segundo plano as necessidades criadas pela propaganda e pela busca de status”.

Bom, Domenico De Masi a parte... o importante é que agora de fato acho que estou mais satisfeita com a vida. Resolvi trabalhar com o que realmente gosto e sei: Consultoria de Decoração, resolvi também voltar a estudar mais, mudar de cidade, casar e ainda comprar uma bicicleta, e é claro ficar perto das melhores amigas do mundo.

Mudar é muito bom!

Espero agora ter mais tempo pra pensar abobrinhas e escrevê-las pra vocês! Ahhh e tenho um monte de novidades de decoração baratinha que usei na minha casa nova. Já já conto...

Por Ana Paula Bertarelli

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Dicas de Buenos Aires 2

Neste ano a minha sogra pediu um presente especial de aniversário: Que deixássemos de lado os nossos compromissos e reservássemos um fim de semana para uma viagem à Buenos Aires: Afinal de contas seria uma oportunidade perfeita para reunir a família (Minha sogra, meu cunhado, meu marido e eu) numa viagem bem divertida.
O destino não poderia ser melhor! Buenos Aires: Viagem rápida, cidade charmosa, compras baratas e um clima perfeito para passear nessa época do ano...
Desembarcamos na última sexta-feira e ficamos hospedados em um hotel num bairro super gostoso chamado Recoleta, cheio de barzinhos e cafés e de fácil acesso aos pontos turísticos. Um drink perto do hotel foi o suficiente pois, estávamos cansados e ansiosos para curtir o sábado com muita disposição.
E como a cidade é gostosa, estava toda florida e o sábado estava lindo!! Fomos às compras, almoçamos num restaurante bárbaro e saboreamos o famoso sorvete de doce de leite. De volta ao hotel minha sogra e meu cunhado resolveram descansar um pouco e eu arrastei meu marido para uma galeria de design que fica bem perto do hotel (galeria onde fica a Hard-Rock). A galeria é uma graça e os preços são muito bons!! Escolhíamos guardanapos decorados (ADORO), taças para lícor e facas para churrasco quando num pequeno descuido uma das facas que segurávamos caiu e atingiu o meu pé, fazendo um corte de aproximadamente 5 cm próximo ao meu tornozelo. A partir daí: Estanca hemorragia, desinfeta ferimento e espera a ambulância chegar. E como foram eficientes e carinhosos os nossos hermanos Argentinos! Recebi os primeiros socorros na própria galeria e os dois velhinhos que me atenderam fizeram o possível e o impossível para me tranquilizar. Enquanto falavam carinhosamente comigo (e o meu marido traduzia tudo pois, à essa altura eu não entendia mas nem o português direito) eu esperava pela ambulância.


A minha primeira vez em Buenos Aires e a minha primeira vez em uma ambulância! Chegando ao hospital: Anestesia, costura e dale anti-tetânica. Ufaaaa!!! Lá pelas 10 horas da noite saí do hospital e de volta ao hotel comecei a maratona de antibiótico, antiflamatório e analgésicos. Contei com a ajuda do maridão para tomar banho e para me carregar de um lado pro outro pois, eu não conseguia colocar o pés no chão. Com muito carinho o Flávio se encarregou de me paparicar e de me medicar de madrugada. Voltei ao Brasil no Domingo com a ajuda de uma cadeira de rodas e com a dica mais valiosa de Buenos Aires: NÃO VIAJE SEM SEGURO SAÚDE!! Seja para Buenos Aires ou para qualquer outro destino internacional que vá fazer! Sempre nas minhas viagens fiz o seguro mas confesso que muitas vezes questionei a real importância disso. Neste pequeno acidente fui atendida prontamente, tive acesso a um bom hospital e o único prejuízo que eu tive foi o de ficar de molho por alguns dias em casa!! Não tivemos que desembolsar nenhum excedente ao seguro. No mais, enjoy!! E lembre-se do seguro pois, o acaso mesmo que improvável existe.

PS: Muito Obrigada Marido!! Por ter sido maravilhoso comigo mais uma vez.


Por Andressa Galvão

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

"Dicas" de Buenos Aires

Já que todo mundo que vai quer dar dicas, aí está a minha.

Realmente o que importa não é aonde ir, mas com quem ir! Café Havana e seu Café com “Leche” Condensado inesquecível, pizza no meio da tarde, correria para trocar dinheiro na casa de câmbio Metropolitan, compras na rua Córdoba, Burger King na Galeria Pacífico, táxi baratinho, esquina da Arevalo com Baez, Puerto Madero, frutos do mar na Cucina D’Onore (com pequi), cassino-navio na madrugada, Casa Rosada e afins, feira de San Telmo e suas carteiras de couro e badulaques para a casa com direito a música típica no meio da rua, tango no Caminito, Hard Rock com sorvete Freddo, praça San Martin, presentes e mais badulaques para a casa nova na looooonga calle Florida, McDonald’s para repor as energias perdidas junto com os pesos argentinos deixados pra trás, e lições de vida!

Nada disso teria a menor graça sem meu amor... e nem sem Priscilla e Tecão!

Por Ana Paula Bertarelli

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mercadão de São Paulo

Esse eu indico! O Mercado Municipal de São Paulo, mais conhecido por aqui como Mercadão, é um ótimo passeio para fazer num domingão.

Você pode ir de metrô e descer nas estações São Bento ou Luz e pegar um táxi até lá, porque andar de ônibus ou a pé na região eu não aconselho, fica bem no Centro da cidade, e a redondeza é cheia de pedintes e afins. Eu fui de carro, aproveitei e levei a máquina fotográfica assim como os vários turistas que vão pela primeira vez... não se acanhe em filmar e fotografar um simples provolone.

Chegamos às 11 horas da manhã e tinha fila para estacionar dentro do próprio Mercado, então paramos o carro em um estacionamento bem em frente (R$ 11,00 a hora). Deu certo! Mas podia não ter dado. Só na hora de pegar o carro vimos o “cuidado” dos funcionários do estacionamento. É uma loteria, há um estacionamento atrás do outro... se não quiser jogar, fique na fila do estacionamento do Mercado.

Ao entrar, não sabia pra onde olhar primeiro. É tanto azeite, gente, bacalhau, azeitona, fiquei até vesga. Se não se controlar acaba comprando o mundo. O lance é primeiro olhar tudo, afinal lá não é gigante, não dá tempo de cansar de tanto andar. Então ande, analise qual banca tem o melhor produto e preço e depois volte para comprar, pois as bancas se repetem, você encontra os mesmos produtos em diversas delas. Fiquei pasma com o tamanho dos morangos, compará-los com os do supermercado seria como comparar um limão comum com um limãozinho galego. Inclusive tudo lá é maior que o normal, a mexerica pesa quase 500g e não tem caroço, delícia!

O Mercado foi construído próximo ao rio Tamanduateí, pois era por ele que chegava grande parte das mercadorias. Sua construção terminou em 1932, mas ele não foi inaugurado, pois bem neste ano estourou a Revolução de 32 e então o local foi usado como paiol de armas e a abertura como mercado foi só um ano depois. Depois de vários anos (em 2004) e de até cogitarem demoli-lo, foi feita uma reforma, grande reforma por sinal, na qual se ergueu um mezanino, onde estão algumas lanchonetes... você pode comer mais tranqüilo e sentado, muitas pessoas almoçam por lá e você ainda consegue de cima ver melhor a arquitetura de Francisco Ramos de Azevedo (mesmo arquiteto do teatro Municipal de São Paulo), que se preocupou com a iluminação natural e projetou clarabóias e usou telhas de vidro. E os vitrais coloridos são originais, idéia do mesmo arquiteto e executados por um artista russo da época, Conrado Sorgenicht.

É um espaço limpo, e bem freqüentado. Os comerciantes são na maioria educados prestativos e deixam você provar e beliscar antes de comprar, ou mesmo que não vá comprar. Quanto aos preços, no geral achei bons, as frutas achei caras (uma fatia de abacaxi embalada custa R$ 3,00 e R$ 10,00 por duas mexericonas), mas levando em conta o tamanho gigante, a qualidade e que não vamos comprar lá todo dia, até que não é tão caro assim.

Vale a pena!

Fica na Rua da Cantareira, 306 – Parque Dom Pedro II
Horário de funcionamento: Segunda a Sábado das 06:00 às 18:00
Domingo e Feriado das 06:00 as 16:00

Por Ana Paula Bertarelli